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Olá, gente, faz tempo, né? Pois é, eu sei… É que, de verdade, falta tempo pra mim, e agora é sério, não é desculpinha não. Massssssssssss…. meta para 2015: dar uma atualizadinha básica no brógui vez ou outra. Afinal, nossos meles merecem, né?

E hoje eu ressurgi das cinzas pra mostrar uma historinha que eu recebi por e-mail (pois não preciso escrever nada, já que a história tá prontinha). É uma história de amor. De uma pessoa por um gato e vice-versa. Daquelas que a gente tanto conhece, mas não cansa de ler. Taí proceis:

“Oi Cristine

Meu nome é Eliane….vi seu blog e eu gostei da materia do não adote o gato.
Mas eu fiz o contrario….adotei um…me apaixonei a primeira vista.
Não tive nenhum trabalho; é tão limpinho..sempre, desde quando chegou faz suas
necessidades da bacias e exige limpeza….chego a trocar areias três vezes em 24hs, rsrs
Ele fica miando bem forte….quando troco a areia ele usa logo….
Devolver?
Nunca!
Ele tem três meses e 15 dias…. e esta comigo a 1 mês e 28 dias… amoooo demais….já nem sem viver
sem ele!
Minha Amiga Manu disse que ele é um gato de sorte…..Respondi a ela que eu tenho sorte de ter o Léo….
Meu gato tem deixado os meus dias mais alegres e momentos inesquecivéis!
Já está com as vacinas em dias….já tem veterinário particular….e já viajou comigo
no ano novo….
Bjoquinhas minhas e um lambeijo do Léo”

 

E, claaaaaaaaro que vamos ilustrar a história com algumas fotinhas, né?

 

Mami, amo seu cabelo!

Mami, amo seu cabelo!

Nanando...

Nanando…

O que você quer com o MEU arranhador?

O que você quer com o MEU arranhador?

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Povo, tudo bem? Comigo tudo. Vocês vêm sempre aqui? Pois é, eu não. Mas tô aqui uma vez ou outra. E hoje o motivo é: recebi um e-mail coisa mais querida da Cynthia Ito Machado, lá de Curitiba. Ela compartilhou comigo – e com vocês, óbvio – a história de amor dela com os gatos. E a história dela e do gato Buk é meio parecida com a da Arcise e da Tiffany Vivi, lembram?

Este aqui é o texto dela na íntegra – super bem escrito, diga-se de passagem. Bóra ler?

“Nunca tive muita intimidade com animais de estimação. A mãe não gostava deles e, na infância, tive apenas um canarinho, um periquito australiano e um pequinês que, no primeiro cocô com ‘arrozinhos’ móveis, a mãe doou pra um conhecido. Assim, cresci sem que tal interesse despertasse.

Quando casei, enfrentei verdadeira campanha do meu ex por um pet. Tentamos dois hamsters, mas não deu certo. Então ele passou à artilharia pesada: um gatinho.

Um tanto sistemática e afeita à rotina, precisei amadurecer a ideia na cabeça antes de dar o aval tão esperado. A prima dele tinha um persa e disse que era o gato ideal prum apartamento.

Passamos a procurar pelos pet-shops do bairro. E então teve aquela tarde…

Entrei no pet e perguntei pro japonês. Ele me olhou sem muito entusiasmo: ‘tem um, preto, mas já tá grande’. Pedi pra ver.

Qual não foi minha surpresa quando, seguindo o cara (fdp, com o perdão da palavra) até o fundo da loja, ele abriu a porta de um quartinho escuro, acendeu a luz e vi! Lá estava ele: um persa preto, duns seis meses, com os olhos alaranjados e esbugalhados, tremendo de medo, dentro de uma gaiolinha onde mal dava pra ele se mexer!

Cheguei de mansinho e pedi pro cara abrir a gaiola. Ele colocou-a numa bancada e eu peguei o bichano no colo (essa foi a primeira vez!).

Passei a mão e logo ele começou a ronronar bem forte. Cheirou e cheirou minha cabeça, eu ouvindo aquele barulhinho bom. de repente, lascou uma mordida! Não me assustei, antes achei graça, porque não era forte (depois, descobri que era sua demonstração máxima de carinho, ehehheheheheh).

Ainda assim, não estava convencida. Voltei pra casa e pra minha vida. Na manhã do segundo dia, eu simplesmente não podia tirar a imagem daquele gatinho da cabeça. Levantei resoluta: ‘vamos lá buscar aquele gato!’

Se está lendo, sabe perfeitamente o que aconteceu… Nada mais é preciso contar. Hoje tenho mais duas meninas lindas: a Mimi, que achei na esquina no cemitério e me seguiu por 45 minutos até em casa, e a Meg, uma fofura de angorá que me acorda todo dia pra botar seu café da manhã…

 Desse jeito o buk entrou na minha vida, pra nunca mais sair, mesmo agora, depois de quase dois anos sem ele (morreu aos 9 anos por insuficiência renal), continua presente e nossas memórias e nossos corações.”

Emocionaram? Eu também.

O saudoso Buk, aquele que colocou um ronrom definitivo no coração da Cynthia

O saudoso Buk, aquele que colocou um ronrom definitivo no coração da Cynthia

O Buk e a Mimi, sendo amiguinhos...

O Buk e a Mimi, sendo amiguinhos…

Mimi, sua linda linguaruda!

Mimi, sua linda linguaruda!

 

Meg, sua dengosa, quer o café da manhã agora ou pode ser mais tarde?

Meg, sua dengosa, quer o café da manhã agora ou pode ser mais tarde?

 

 

 

Lembra que uma vez eu tava fazendo vários perfis de gatinhos idosos e seus donos? Então, faz tempo, né? Só pra relembrar, tem o perfil da Claudia e do Cookie, o da Laís e da Pink e o da Adriana e da Lú. Daí que agora vai ter o da Cris e da Peti, mas talvez a Cris me mate  porque acabo de ver que ela me enviou as respostas sobre a sua idosinha APENAS em agosto do ano passado. E eu APENAS até agora não escrevi o texto.

É… meu gato interior, aquele ser preguiçoooooooooso, tem me dominado.

Mas, enfim, vamos falar da Peti, a bebezinha velhinha de 15 anos da Cris, lá de Niterói, RJ. A Cris disse que comprou a Peti, mas que se fosse hoje, adotaria um gato e não compraria. “Cheguei no petshop e vi uma gaiolinha cheia de gatinhas sialatas. Todas fazendo a maior bagunça. A Peti era a que estava no cantinho da gaiola olhando fixamente pra mim. Então, foi a minha escolha (ou será que ela me escolheu?)”. Olha, Cris, acho que a segunda opção é a correta, até porque a gente sabe que não dá pra resistir a esse olhar fixo e pedinte desses nossos babies, né?

A personalidade da Peti? Aquela coisa felina emburradinha mais linda, tipo meu Pam. “Ela só faz o que quer. Só fica no colo quando quer. Se pegá-la à força, ela vai embora emburrada. Se encontra alguém estranho, ela rosna. Não é nem um pouco simpática. Sempre foi assim”. Tem gato que já nasce com personalidade de velhinho, né?

Problemas de saúde? Quase nada. A Cris disse que logo quando trouxe a Peti pra casa da petshop, ela começou a espirrar e ficar com o nariz escorrendo, como se fosse um resfriado. O veterinário diagnosticou como rinotraqueíte, ela foi tratada e ficou novinha em folha. “Pulga ela teve uma vez na vida, quando o vizinho arranjou um cachorro. Deve ter pego no corredor do prédio, numa de suas rondas”.

A Cris não tem cuidados super especiais com ela, além de dar ração de boa qualidade. Ela também é viciadinha em sachê. “Ficou de uns tempos pra cá completamente viciada em sachês de ração. Não pode ver ninguém abrindo a geladeira que já acha que vai ganhar uma porção”. Conheço um laranjão peludo I.GUAL.ZI.NHO.

Se a Cris ama a Peti? Deixa ela responder: “A Peti foi a minha primeira ‘filha’. Hoje tenho dois filhos humanos e a filha felina. Ensino meus filhos a amarem os animais e a Peti é a alegria da casa. Amo demais essa gatinha! É a minha companheirinha, pois sente muito frio e sempre vem se aconchegar nas minhas pernas quando estou enrolada no edredom”.

Alguém aí se identifica?

 

Como que não ama esse zoião azul???

Como que não ama esse zoião azul???

 

A Cris quase não ama...

A Cris quase não ama…

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Oi. Tudo bem?

Então, às vezes eu apareço por aqui. E desta vez o motivo é bem legal. É que estava eu olhando os e-mails do blog e aí que recebi uma história super mega demais da conta. É a história da Arcise, que há um ano vive com sua gatinha, a Tiffany Vivi. Eu geralmente conto as histórias com as minhas palavras e tal, mas a Arcise mandou um texto tão dela e tão gostoso e tão lindo que eu não posso me intrometer. Acho que vocês concordarão:

“Há um ano apareceu uma gatinha dentro do meu carro, mas a história de vida da Tiffany não foi tão simples assim, vamos lá…
No dia 06/07/2012 um vendedor de sinal perguntou se eu tinha gato, com a minha negativa ele disse: mas eu ouvi um miado, no qual eu retruquei imediatamente: nem pensar, tenho medo, pavor, pânico. Eis que no sábado dia 09/07/2012 ao abrir o porta malas do meu carro para colocar os presentes de aniversário do meu sobrinho-afilhado Sthéfano me deparo com uma gatinha filhotinho magra com fome e sede, a minha irmã a pegou, subiu com ela para o apartamento, fez leite e eu assimilando tudo aquilo, só poderia ter sido no lava-jato que ela entrou.

Apesar de apenas 3 meses (segundo o vet) eu tinha medo e nojo dela, eu tocava nela e lavava a mão, tocava e lavava, não permitia ela nos quartos e o lugarzinho dela era a parte dos fundos do apartamento, bastava um rosnado para eu sair correndo aliás não sei porque a Tiffany veio com um defeito de fábrica ela é super ultra mega giga power plus arisca e morde a mãe ou qualquer um que queira fazer carinho fora de hora.

A primeira grande briga com a minha irmã foi por causa do nome eu queria alguma coisa relacionada a filmes infantis totalmente sem criatividade tipo: garfilda, simba, pinóquia, nema… depois de vários nãos, credo, que horror aceitei a sugestão de um amigo o Helder padrinho da Tiffany e ainda escolheu desse jeitinho patricinha com 2 efes e com ipisilon.

Depois de tantas peraltices ela virou Tiffany Vivi (vivi de sobrevivi). As nojices acabaram, a paciência em educá-la também, nem a Arcicracia funcionou, muito pelo contrário a Arcicracia caiu em desuso e a Tiffanycracia assumiu o império. Faz o que quer, como quer, na hora que quer, dorme 16 horas por dia e fica acordada justamente na minha hora de dormir,é o meu despertador, mas também existe regras e cantinho da disciplina né senão comeria doces, comida de gente e vivia suja pois adora se esfregar na sujeira de uma varrida de casa, odeia banho, nunca precisou ser ensinada a usar o banheiro e é super limpinha, adora televisão e desenho, fica prestando uma atenção de forma incrível. Já fez 3 cirurgias e tá 100% curada. Tentei educá-la com borrifador de água ou palmas no pé do ouvido, mas depois parei porque achei muito humilhante.

O que sinto por ela? AMOR, tem muitas pessoas que criticam e censuram meu amor por ela é como se eu gostasse mais dela que de humanos é como se eu preferisse a gata a uma criança, quer que eu responda com sinceridade? eu prefiro todos que eu amo, não meço meu amor, AMOR não tem contraindicação, AMOR não é competição nem comparação. AMOR é AMOR, sentimento que brota no fundo do peito e que nos faz feliz. Tiffany Vivi você colore a minha vida e eu tenho certeza que nesse 1 ano de convivência eu me tornei uma pessoa melhor, mais paciente, mais humana e mais feliz. Te amo minha periquitinha!

Arcise Câmara”

arcise

Thiffany Vivi, a “periquitinha” da Arcise

 

E então, enxugaram as lágrimas?? É que tem mais um textinho que a Arcise mandou, dando um toque para aquelas pessoas que “acham” que odeiam gatos (na minha opinião, elas nunca conviveram com um e, portanto, não podem afirmar o que desconhecem):

“Acho de uma deselegância, você acaba de revelar que tem gato, que ama gato, que sua gata é a coisa mais maravilhosa do mundo e a pessoa diz: eu odeio gatos. Soa para mim como um punhal cravado no peito. Exagerada? Talvez, mas eu internalizo como se eu dissesse: Eu tenho filhos e a pessoa respondesse: eu odeio filhos. Quase sempre, quem odeia gatos, nunca os tiveram, eles são compostos por pêlos, miados e amor. São independentes e inteligentes, um pouco teimosos e manhosos, mas que somando as qualidades e diminuindo os defeitos o saldo é positivo, aliás o saldo é incrível, o melhor saldo que alguém poderia ter na conta.

Amor é amor, acho engraçado também como pessoas tão apegadas a outros animais, como o cachorro, por exemplo, podem odiar gatos. Talvez você possa preferir cachorros, simpatizar com cachorros, mas dizer odeio gatos e amo cachorros pode ter uma linha controvérsia no meio do caminho. Eu tenho um bichinho, o amo, o respeito e não respeito o bichinho do outro porque não é o mesmo bicho que o meu. Pra gostar de cachorros não é necessário odiar gatos nem vice-versa, nem versa e vice.”

 

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Gente, antes de mais nada, preciso compartilhar algo com vocês. Ontem, eu sentei toda empolgada pra escrever sobre a história da Pink e da Laís e da Rutha e daí que eu tô num computador péssimo porque o PINGO derrubou o meu note no chão e ele tá lá no hospital de notebooks e daí esse note aqui desligou sozinho e eu tava escrevendo no bloco de notas sem salvar NADICA DE NADA e PUFT PERDI TODO O TEXTO. Fiquei feliz? Façam suas apostas.

Bom, belê, tô bem, recuperei, tô no Google Docs, que salva tudo automaticamente online. Beijo, Google Docs!

E aí vai uma fotinho só pra ceis saberem do tipinho de mini gente idosinha que eu vou falar – continuando a série gatos idosos, que começou com o Cookie.

A diva sendo diva

A diva sendo diva

E então vamos lá, novo texto.

Não sei se vocês conhecem o Blog da Pink, mas se não conhecem, deveriam conhecer. Antes, o blog também era da Rutha (in memorian), a diva prateada da Laís, que era assediada pelo gato da vizinha e… engravidou. Disso, nasceu a Pink, meio prata, meio off-white (de acordo com a sua dona Laís) em 15 de abril de 1999. A Laís diz que ela é uma senhora do século passado, eheh.

Ah, e o blog também é do Barum e da Luna, os cachorros da Laís. E, acreditem, todos eles, gatos e cachorros, possuem namoradinhos pela vizinhança, que também aparecem no blog. Ou seja, o blog e a casa da Laís são que nem coração de mãe, e, pelo que eu conheço virtualmente da Laís, o coração dela é total de mãe mesmo – ou de vó, né, Laís? (não me mata, só uma brincadeirinha).

Bom, a Pink é uma velhinha joinvilense (assim como eu e o Pam) com alguns probleminhas de velhinhos. Além de estar mais preguiçosa e mais dorminhoca – como todos os nossos idosinhos – ela tem insuficiência renal crônica e, por isso, precisa tomar muita água. Só que a princesinha só gosta de água corrente. “Ganhei uma fonte linda de uma amiga do Facebook, mas ela só bebe da fonte durante o dia. Por isso, eu faço o sacrifício de acordar todas as madrugadas pra abrir a torneira pra ela”. Mimadinha, né?

Além disso, a Pink precisa tomar remédio diariamente por conta de uma gastrite causada pela insuficiência renal. “Quando ela era mais jovem, era um drama terrível dar comprimidos pra ela, mas agora ela toma direitinho – mas ainda não gosta”, diz a Laís. E, apesar dessas peculiaridades por conta da idade, a Laís enfatiza que a Pink leva uma vida muito feliz e tranquila. A gente acredita, é só ver a daminha lá no blog dela, toda toda.

“Ela é minha filhinha querida! Como meus filhos já são adultos, ela cumpre muito bem o papel de bebê da família. Todos os animais escolhem seus donos, e ela me escolheu. Sempre que eu sento em algum lugar, ela vem correndo pra ficar no meu colo ou pertinho de mim, se esfrega e pede carinho (INGUAL O PINGUINHO!)”. Óin.

“Uma vez ela subiu numa árvore de 5 metros e ficou olhando lá pra baixo. Eu não sabia o que fazer e quase chamei os bombeiros, mas assim que começou a escurecer, ela desceu correndo”. Ai, ai, Pink, que susto você deu na sua mamivó!! “Ela convive com dois cachorros, mas não suporta outros gatos, não tinha amizade nem com sua própria mãe”. Ihihih, vai entender essas coisicas?

O filho da Laís e a Pink, num antes e depois

O filho da Laís e a Pink, num antes e depois

A filha da Laís e a Pink

A filha da Laís e a Pink

P.S.: A Laís não é só coruja com os pets, mas também com os filhos humanos, por isso as fotos dos filhotes aqui 😉

 

 

Bom, gente, eu perguntei no facebook sobre pessoas que têm gatos velhinhos em casa pra eu poder fazer um textinho porque eu acho o máximo e já me apaixono loucamente por essas pessoas. Acho sinônimo de amor, carinho, cuidado. Aí, algumas pessoas me responderam. E aí que eu resolvi que não ia mais fazer um textinho, mas sim, vários textinhos. Porque cada história tem que ser contada com todos os detalhes que elas merecem. Então, em vez de fazer um textão looooooooongo, eu vou fazer vários, cada um com um pefil de um véinho. Tá? Tá.

Então tá. O primeiro vai ser o da Claudia Montanaro, lá de São Paulo. Ela tem o Cookie, um gatão de 12 anos (11 anos e 10 meses a Claudia disse, mas, né, arredondemos). O Cookie chegou pra ela num momento bem difícil da vida, logo após a morte do seu pai. Ela disse que o irmão dela e a cunhada foram morar com ela e a mãe pra ajudar nesse momento e levaram junto uma gatinha, que teve quatro filhotinhos: dois foram doados e dois ficaram com eles. Um é o Cookie, e o outro, o irmãozinho, faleceu ano passado…

E olha só que veio mais uma tristeza nesse percurso. O Cookie ficou sendo da cunhada dela. Ela, porém, também faleceu e jovem, de câncer… “Ela pediu que eu cuidasse do Cookie por toda a vida dele. Pensa! Perdi meu pai e minha cunhadinha em 2 anos, mas ficou o Cookie, igualzinho um gato que meu pai teve; ele era maluco por animais”.

Então, o Cookie deu aquela força felina pra Claudia num momento que ela super precisava. E a gente sabe que eles ajudam mesmo, né? Brincando, dando carinho, ou apenas sendo eles – que já é super amor. “Fui ficando doida de amores por Cookie, um gatinho muito peralta. Hoje, é um senhor muito meigo, brincalhão e amoroso. Os gatos mudam muito com a idade, mas a essência é a mesma”, ela diz. É verdade.

Gatão o Cookie, né?

Gatão o Cookie, né?

Eis que o senhor Cookie ficou doente no ano passado e foi praticamente desenganado por conta de uma pancreatite aguda severa. Nesse período, a Claudia descobriu um “enviado de Deus”, como ela mesmo descreve, o especialista em medicina felina Dr. Alexandre Daniel. “Ele salvou meu filho, minha vida, minha razão de viver”. Óin. Quanto amor.

A Claudia diz que o Cookie é enviado pelo pai dela, porque é seu guardião e anjo da guarda, além de ser uma cópia do gato que o pai dela amava. “Ele me mandou Cookie para que eu pudesse suportar a ausência dele, para que eu ficasse protegida. Cookie é minha paz de todos os dias, meu encontro com Deus, luz do meu caminho, alegria sem fim”.

Agora, o Cookie faz visitas periódicas ao veterinário para controlar uma insuficiência renal estabilizada, come ração especial e recebe muito amor. “Deixo de fazer muitas coisas só pra estar com ele. Amo seu respirinho motorzinho, o cheirinho do pelinho fofo”.

Claudia, que você viva mais muitos ótimos momentos com seu velhinho lindo!! Aliás, um jovem senhor, digamos assim.

A Claudia e seu amorzão

A Claudia e seu amorzão

Update: Em 12 de dezembro de 2013, aos 12 anos, o Cookie virou uma estrelinha linda protegendo a sua mami…

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A Jussara, artista plástica lá de Varginha, Minas Gerais, me escreveu e contou um pouco da história dela e do amor pelos gatos. E eu divido com vocês.

A Jussara disse que já teve 11 gatos e atualmente tem 4. “O Dom é branco com manchas pretas, é peralta demais e mia sempre que eu chego em casa, como se me dissesse: ‘Você chegou, agora venha me ver'”, diz a Jussara. Ela também tem a Lola, que sofreu muito quando nasceu e, inclusive, teve o rabo quebrado. Mas a Jussara cuidou dela e ela sobreviveu. “Hoje ela é terrível, tem dia que some o dia todo e com certeza está dentro do guarda-roupas”

“Tem também o Tobias. Este é mandão mesmo. Quando estou no computador, com a Lola no colo, tenho que deixar ele subir também, senão acabo toda arranhada”.

Agora, há um tempo, a filha da Jussara ainda trouxe três pequeninhos, que jogaram em uma caixa. As duas cuidaram dos bebezinhos e a Jussara diz que eles estão bem. Ou seja, a família super aumentou.

E… ainda tem um cachorro no meio dessa galera toda, o Miguelito, que, pelo que a Jussara descreve, quer ser gato também. “Quando os gatos estão em cima da estante ou na grade da janela, ele quer ir junto”. Jura, né, Miguelito? Ela disse que a cambada se dá super bem e que a Lola gosta de brincar com o Miguelito quando ele está tirando uma sonequinha. “É mordida na orelha, unhada…”. Pobre cão!

De noite, a Jussara diz que dormem todos com ela, menos o Miguelito. “Tem dia que acordo com o Dom com a cabeça em cima da minha, pode? E quando puxo o lençol, sinto um peso vindo junto – a Lola -, que reclama porque eu tiro ela da sua posição de conforto”. Nós, gateiros de plantão, sabemos muito bem o que é isso, né?

E olha só o que a Jussara – uma legítima louca por gatos – fez: colocou uma tábua na janela do seu quarto – que ela chama de “rampa presidencial” para que os “meninos” tenham livre acesso ao quintal, subam na jabuticabeira, no pé de figo e possam passar o dia na “mini-floresta”. “De noite, eles sobem a rampa e vêm me acarinhar”. Delicinha, né?

Vou puxar o lençol e vejo aquele peso vindo junto, Lola e ainda reclama pois tirei da sua posição de conforto.
Sabe o que eu fiz? coloquei um táboa na minha janela( que chamo de rampa presidencial),assim meus meninos vão para o quintal , sobem na jabuticabeira, no pé de figo, passam o dia nas aventuras na mine floresta.

Tobias, um fofo!

Tobias, um fofo!

 

O Miguelito, a Lola - laranjinha - e o Dom

O Miguelito, a Lola – laranjinha – e o Dom

 

Lola!!

Lola!!

 

 

Gente, a ong Adote um Gatinho tem uma página no facebook, que eu obviamente acompanho. E aí, ontem eu li uma história tão linda que resolvi compartilhar com vocês. Leiam e se emocionem à vontade. (O depoimento abaixo é uma cartinha da Yumi, enviada à Adote um Gatinho).

Essa é a mami Yumi e seu "gato guerreiro", o Rock

“Como voluntária do Adote Um Gatinho, ajudo a atualizar os posts do AUG no Facebook. Por isso, eu sempre acompanhei muito de perto a história do Rock. Ele havia sido resgatado em julho de 2010 de um condomínio, após uma pessoa ter pedido nossa ajuda. Ao sair para trabalhar, ela havia visto “um amontoado de crianças cutucando vorazmente algo”. Quando ela se aproximou, viu um gatinho ensaguentado, com os olhos fechados, sendo espancado pelas crianças. O Rock chegou no AUG péssimo, com o maxilar fraturado, o olho perfurado, desidratado e desnutrido. Pesava 1,2 kg.
A história e as fotos foram para o facebook, e comoveram todo mundo. As pessoas torciam muito pela recuperação daquele gatinho que havia sofrido tanto, que havia conhecido o pior do ser humano. Para felicidade dos fãs do AUG, bem lentamente, o Rock foi melhorando: conseguiu se curar de uma pneumonia que quase o levou, voltou a comer, ganhou peso. Mais tarde, a mandíbula se consolidou, o olhinho cicatrizou. O pessoal do facebook, ansioso, perguntava, “E o Rock, como está? Engordou? Sarou?”. Alguns até escreveram querendo adotá-lo. Mas aí, apareceu uma ferida na testa do bichano, que não fechava de jeito nenhum. E, com ela, a suspeita de câncer de pele, inoperável devido à localização.
Ao saber do possível diagnóstico, comprei uma baita briga com o maridão e decidi ser lar temporário pela primeira vez. Se o Rock tivesse mesmo câncer, eu não poderia permitir que ele passasse os últimos dias dele sozinho, numa gaiola do abrigo. Não seria justo, não seria certo. Depois de tanto sofrimento, ele precisava conhecer o que era ter casa, colo e cafuné, nem que fosse por apenas algumas semanas. E foi assim que no início de dezembro, o Rock chegou em casa. Pequeno-branco-magrelo-e-carente Rock.
Lembro que no Réveillon, ao fazer os meus pedidos de Ano Novo, pensei no Rock e desejei que ele não tivesse câncer. Foram longos dias de espera, até que a Dra. Bia me ligou na primeira semana do ano com o resultado da biópsia: negativo! Negativo!
A biópsia não indicava tumor maligno, mas sim, um quadro alérgico. Alergia? “Ah, mas isso a gente tira de letra”, eu pensei. “Em breve o Rock ficará bom e poderá ir para adoção!”. Quanta ingenuidade a minha! Naquela época, eu não sabia que, em se tratando da saúde do Rock, nada é tão fácil, nada é tão lógico.
Descobrimos que o Rockinho coçava compulsivamente a testa até sangrar, até abrir uma ferida. E era por isso que a ferida não fechava nunca: ele se auto-mutilava diariamente. Começamos, então, o tratamento para alergia com a dermatologista, com a administração de corticóides, para fazer o prurido passar. Mas, para a nossa surpresa, a medicação não fez qualquer efeito. Dobramos, triplicamos a dose, e nada. Rockinho continuava se auto-mutilando. Os corticóides não faziam nem cócegas no pequeno.
Ao mesmo tempo, tentávamos descobrir as possíveis causas da alergia do Rock. Excluímos a alergia à pulga e, depois de uma 3 meses de dieta de ração hipoalergênica, a hipersensibilidade alimentar. Restou, então, a dermatite atópica, também conhecida como alergia a tudo. Que é incurável.
Mas mesmo a dermatite atópica não explicava todo o quadro do Rock. E assim, ele foi encaminhado para o neurologista, que diagnosticou uma neuropatia de face. No espancamento, os nervos da face do Rock foram lesionados, e o pequeno acabou perdendo a sensibilidade do lado esquerdo do rosto. É por isso que o Rock se coça até sangrar – ele não sente dor naquela região. Ah, eu contei que a neuropatia também é incurável? Pois é.
Afinal, o que o Rock tem? Dermatite atópica? Neuropatia de face? Provavelmente, tudo isso junto, e mais alguma coisa. E ainda há o fato de ele não responder às medicações. Eu demorei para entender que eu estava diante de um gato, digamos assim, muito peculiar. Hoje, depois de 6 meses de consultas, exames e tratamentos, eu sei: o Rockinho é um mistério da ciência, e provavelmente nunca vai parar de se auto-mutilar. E agora? Quem é que vai querer adotar um gato de 6 anos, com saúde frágil e que se auto-mutila?
Eu quero. Porque o Rock dá um trabalho danado para cuidar, sim, mas também é um dos gatos mais fofos que conheci. Porque, mesmo tendo sido espancado no passado, o Rock nunca perdeu a fé nas pessoas; pelo contrário, ele ama gente, e é só ver um colinho dando sopa, que lá vai ele se acomodar. Porque todos os veterinários que o conhecem dizem que ele é o gato mais bonzinho do mundo, e eu fico toda orgulhosa do magrelo. Porque ele venceu a resistência do meu marido, e se tornou o gato preferido dele. Porque quando eu fico aborrecida por ele ter se auto-mutilado mais uma vez, ele deita no meu peito e fica olhando para mim. De modo que o pequeno não sairá mais da minha casa. A partir de agora, Rock tem pai, mãe, 3 irmãos felinos e todo o amor do mundo que pudermos lhe dar.
Podem botar o Rock como adotado, que o fofucho agora é meu!”

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Estão faltando perfis neste blog, certo? Bom, e já que eu não vou até eles, eles vêm até mim. Há alguns dias, a Dayse Araujo, lá de Fortaleza, me enviou um e-mail, contando a sua história com o Ninno, um persa muitíssimo fofo. Segundo ela, a identificação com o blog foi total, ja que ela se define uma “loucaporgatos.com”. “Me aliviou saber que existem tantas pessoas capazes de amar esses bichanos lindos e encantadores tanto quanto eu”, escreve a Dayse.

Ela diz que sempre adorou e criou todos os tipos de gatos, de siameses a pés duros (essa expressão eu confesso que não conhecia, achei o máximo, vou começar a chamar o Pingo, meu viralatinha, de pé duro). Agora, com o Ninno, ela vive uma história de muito amor e carinho.

O Ninno foi um presente do noivo da Dayse. Como eu já contei aqui que aconteceu com o meu Pam, o Ninno foi vendido como fêmea e chamado de Nanna. “Foi quando, observando minha suposta ‘gatinha’, que tinha apenas 2 meses, senti um volume estranho em suas partes intimas”, conta a Dayse. Mesmo assim, um veterinário confirmou que se tratava de uma gatinha fêmea.

Mas a Dayse não acreditou muito e foi a um segundo veterinário, que disse que não dava pra saber o sexo do gatinho ainda, já que era muito pequenino. O terceiro veterinário, aos três meses do Ninno, confirmou que era um machinho.

A mamãe coruja já  tinha comprado todo um “enxoval” pink pra Nanna – que agora era Ninno. “Meu pequeno teve de passar por acompanhamento psicológico, pois o transtorno foi grande”, brinca.

Passado o pequeno engano, o Ninno hoje tem quase dois aninhos e é muito amado.”Ele é a alegria de minha casa, minha família, meus amigos. Além de carinhoso, muuuuito bagunceiro, é muito inteligente e obediente. Adora os pintinhos que meu pai cria no quintal (insultar com eles, mas adora), tomar banho de sol, rolar na areia…”. Eu achei muito fofo o Ninno com os pintinhos. Foto de cartão.

“Acrescenta mais dias a minha vida saber que quando chego do trabalho, cansada ou não, triste ou não, chateada com algo ou não, o Ninno estará lá pra me receber, se acariciar em mim, me escutar, às vezes até grunir respondendo… Sempre e sempre…”. É ou não é uma louca por gatos?

Agora, as fotos da coisinha fofa. Foi dificílimo  escolher, já que a Dayse me mandou várias, uma mais gostosa que a outra. Mas não vou decepcioná-los, confere aí:

ele ainda era nanna, mas já era liiiiiiiiiiindo, ops, linda

mami, me põe aí no computador?

cresci, né? virei o ninno mesmo e continuei lindão

meus amiguinhos

pssssssssss, to nanando

e essa é a minha mami Dayse e meu papi Phelipe. eles se casam neste ano. parabéns! pelo casamento e pelo filhote, claro 😉

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Esta é a história da Lígia, uma cat lover que casou com outro cat lover e que, hoje, tem quatro lindos gatinhos em casa.

O começo de tudo: Haroldo, lindo lindo lindo

Tudo começou com o amor da Lígia por bichos em geral e a compra do Haroldo (um persa laranja lindo) por seu atual marido. “Naquela época, já bem intencionado, ele comprou o Haroldo e me pediu pra cuidar, com a desculpa que não tinha se adaptado. Aí ele sempre ia visitar o Haroldo na minha casa…”, diz a Lígia, que, pelo jeito, ganhou um gato e, de quebra, um marido. “O Haroldo foi um presente muito especial, que me conquistou mesmo. Ele é querido e muito ligado a mim, mas é um bicho do mato com as pessoas em geral. Ele não gosta de barulho, nem de muita gente (odeia a faxineira), não é nem um pouco sociável. Mas ele pode, sabe que é um lorde”, conta a mãe coruja. O nome do Haroldo veio das tirinhas do Calvin & Haroldo, em homenagem ao tigre charmoso da história. O Haroldo da Lígia vai fazer 10 anos em outubro.

Aumentando a família: Heitor, outra coisa linda

O segundo gato da vida da Lígia foi o Heitor. O Conrado, marido da Lígia, ainda não morava com ela e, depois de dar o Haroldo pra ela, ficou com invejinha branca e resolveu ter um gatinho também. “Então a gente foi numa feirinha de filhotes e o Heitor pulou no colo do Conrado e não desgrudou mais. A veterinária da feira disse que a gente podia trocar o gatinho, pois o Heitor era todo doente. Imagina só trocar aquele gatinho preto magrelo que mais parecia um sagui?”, fala Lígia. Ela diz, também, que o Heitor tinha vários problemas e ficou praticamente um ano em tratamento. “Hoje ele é um gato gordo e querido, mais sociável que o Haroldo, mas continua muito carente, sempre querendo atenção”.

Horácio, supermodel, superlindo

Como a Lígia e o Conrado viajavam nas férias, acabavam deixando Heitor e Haroldo juntos, pra facilitar a vida da moça que cuidava deles. Mas o Heitor ficava triste quando voltava pra casa e aí o Conrado comprou o Horácio, um persa branco. “O Horácio é bem na dele, não se incomoda com nada e é muito curioso. Realmente, o Heitor ficou bem melhor com a companhia”.

A história do Otávio

“Um dia fui levar o Haroldo na veterinária e ela comentou que tinha sido chamada pra cuidar de um gatinho que estava muito mal. Ele tinha sido dado para um casal pobre porque o primeiro dono batia nele por fazer xixi ou algo assim. O Otávio é um persa puro e eles aceitaram porque queriam ganhar dinheiro vendendo as crias”. Resumindo, o casal teve um neném e prendeu o Otávio durante três meses em um quarto cheio de material de construção porque a criança era alérgica. Como o Otávio dormia em cima de sacos de cimento, a pele dele começou a ser corroída. Os donos estavam preocupados, mas achavam que não tinha outra saída – também não queriam doá-lo por conta da história do dinheiro (como disse a Lígia: “malditas fábricas de filhotes”).

E aí pensa uma louca por gatos saber de tudo isso? A Lígia não conseguiu mais dormir depois de ouvir isso e colocou um anúncio no seu blog para ver se alguém queria cuidar do Otávio. “Contei a história para o Conrado e ele falou que podíamos adotá-lo, apesar de eu achar que não dava, por conta dos três que já tínhamos”, conta Lígia. “Quando o vimos, não acreditei: o coitado estava que era pura ferida, nem abria os olhos direito. Um gato adulto pesando menos de dois quilos! Não tinha nem como pegá-lo no colo”.

Bom, e aí foi uma série de cuidados: dar banho foi difícil por conta das cascas de cimento grudadas na pelo do bichaninho; quando a Lígia deu comida pra ele, ele passou horas comendo, só parava pra descansar; a água tinha que ser trocada toda hora porque a carinha dele sujava toda a tigela. “Passei dois dias inteiros tirando as cascas com algodão e óleo Johnson”, diz Lígia.

Mas, aí, quando o Otávio estava quase bem e já tinha engordado um quilo, ele teve uma crise renal, provavelmente devido à péssima alimentação que lhe era dada antes. Mas (acalmem-se todos) hoje o Otávio está ótimo, ficando bem peludinho e cheio de energia. Diz a Lígia que ele é atlético e adora jogar futebol (what??). Ah, e faz seis meses que ele está com ela.

O antes e depois do Otávio, lindérrimo

Happy end

Hoje, a família é completa e vivem juntos Lígia, Conrado, Haroldo, Heitor, Horácio e Otávio. Não é lindo??? Quem quiser acompanhar fotos e algumas histórias desses fofuchos e também dos seus pais, é só seguir o blog da Lígia, que também fala de design, viagens, propaganda, cotidiano, livros, etc. etc. etc.

“Eu adoro tudo nos gatos: a elegância, o porte, a limpeza, a independência. As pessoas que gostam de gatos têm apurado senso estético e são muito bem resolvidas. Vejo muita gente repetir, sem refletir, que gatos são traiçoeiros, que amam a casa e não o dono. São pessoas que não têm e nunca tiveram gatos. Acho que deveriam continuar assim mesmo, pois não os merecem”.
Lígia Fascioni

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