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A VELHICE FELINA

Muita gente sabe que eu amo o Mele (Pam), que o Mele é o meu amor e que esse amor dura quase 19 anos… Sabe também que ele já passou por alguns perrengues na vida, como ter caído do sétimo andar e ter tido uma hepatite. Mas ele passou por isso de boas, com sua ranzinice contumaz e os mimos da mami. E agora ele tá passando por outra grande provação na vida: a velhice felina. Aliás, ele e eu. Porque, olha, tenho orgulho dele ter essa idade que tem, de ainda ter uma vida ativa, na medida do possível, e por dar e receber amor, mas não é nada fácil ser velho. E não é nada fácil cuidar de velho. De verdade.

E todo mundo deve achar ai que lindo, quanto amor envolvido, quanta dedicação. E é. Principalmente dedicação. E é disso também que eu quero falar agora, principalmente porque passei o dia limpando xixi, dando banho nele com paninho úmido e tentando não me jogar junto com ele aqui do quinto andar. Brinks, gente, não me chamem de assassina, por favor. O que eu quero dizer e, repetindo o que já disse acima é que, de verdade, não é fácil.

O velhinho e a sua casinha

Tudo bem que eu nunca fui uma pessoa muito viajante e depois que casei fiquei mais caseira ainda. Mas até pra visitar minha família a duas horas daqui eu já fico com o coração na mão. Porque eu tenho quem cuide dele, mas e se não souber o que ele quer? E se ele tem algum piripaque bem quando eu não tô em casa? E se ele se machucar de alguma forma e ninguém ver? E se, e se, e se? Os gatos são sim independentes, mas muito amáveis, e na velhice eles precisam muito da gente. O Pam ficou mais manhoso, mais ranzinza, mais mimado e muito mais carente.

Velhice felina: vivendo (muito!) e aprendendo

O sinal mais evidente da velhice felina do Pam foi o emagrecimento. O apetite diminuiu. Ele gosta muito de comer, graças a Deus! Mas ele ficou muito mais seletivo e come em pequenas quantidades. Às vezes vomitava (por algum motivo, ele nunca mais vomitou). E eu dava remédio pro fígado e também um tipo Omeprazol. Mas os vômitos aconteciam. Exames, exames, exames. Fígado ruim, rim ruim. Nada tratável porque não tem doença. Mas a alimentação ajuda a desacelerar os sintomas. E dá-lhe comprar ração específica urinária e hepática. Caríssimas. E tem que ser sachê. Ele só come sachê atualmente. Primeiro dia: comeu horrores. Segundo: um pouco. Terceiro: não quer mais saber. Eu já tentei reintroduzir rações especiais várias vezes, mas ele simplesmente enjoa e não come nada. E não comer nada para um gato idoso (qualquer gato, na verdade, mas idoso é pior) é péssimo. Ele pode ter lipidose hepática e morrer em pouquíssimo tempo.

Depois, a visão começou a deteriorar. Ele começou a se bater nas coisas, ficar meio perdido. Mas não tem catarata. Também não tratável. Velhice felina. Depois, ele começou a andar esquisito. Artrite, artrose, etc. Os pelos ficam feios, sem brilho, embaraçam muito facilmente, as orelhas sempre sujíssimas. E a gente sempre limpando, lavando, ajudando, amando.

E tem o bafo! Meu Deus o bafo! Anos de acúmulo de tártaro (não, eu nunca fiz limpeza nele porque precisava anestesiar e eu nunca quis). E ele tem todos os dentes. Com 18 anos e 10 meses ele tem TODOS OS DENTES. Mas que bafo de onça! Se ele abre a boca, tem que sair de perto. Fedorentinho da mami!

E as unhas? Crescem grossas, ele não afia mais direito, não deixa cair, algumas vezes elas cresceram tanto que enfiaram na almofadinha das patas. O que mami tem que fazer? Cortar sempre e estar sempre de olho. Não preciso dizer que elas estão sempre sujismundas também, né?

E tem a demência. Sim, ele tem uma certa demência. Ele mia muito. E por nada. Nada mesmo. Ele se perde. Parece que às vezes ele não sabe quem ele é. E eu pego no colo e dou carinho e lembro que ele é meu Mele muito amado. E faço ele dormir no edredom no meio das minhas pernas. E ele dorme ronronando.

E tem também as pessoas. As pessoas são a parte mais chata. “Ai, que dó, como tá velhinho, né?” “Ai, ele não enxerga? Ai, que pecado” “Esse já tá indo né?”. Affffffffff!

Sustos sustos e mais sustos

Há algum tempo, ele teve um tumor do lado do olho. Fiquei doida, pensei fodeu, câncer, perdi o Mele. Levei na onco, não dava pra saber se era se não era. Fizemos uma cacetada de exames pra ver se poderíamos tirar o tumor. Não podia. Por quê? Rim ruim, fígado também e, principalmente, coração. Provavelmente ele não aguentaria uma anestesia geral (e, sim, tem que ser geral). Mas a onco me confortou e disse que mesmo que o tumor fosse maligno, ele super provavelmente não morreria disso. Ou seja, tava tudo tão podre que algo iria matá-lo antes. Acho que isso faz dois anos. E ele tá aí ainda. E sabe o que mais? O tumor dele diminuiu e secou. Eeeeeeeeeee.

E há alguns meses ele tá fazendo xixi com sangue. Pensa numa mãe apavorada! E fizemos exames e mais exames. Ele não tem infecção. Ele tem cristais na bexiga. Como resolve? Alimentação. Só um tipo de ração urinária que dissolve sei lá das quantas. Nada mais. Ele come? Um dia, dois, sim. No terceiro? Não mais. O que fazer? Nada.

E aí que ele faz xixi com sangue em vários lugares da casa agora – não é todo dia que o xixi dele tem sangue, mas é bem frequente. E não é por incontinência, é por… não sei, não sabemos. Mas o pé da minha cama, os tapetes dos banheiros e qualquer roupa, calçado, toalha, etc. que estiver no chão, é tudo caixa de areia do Mele (inclusive a própria caixa de areia). Tipo gato não castrado na fase de demarcar território. Só que o território já é bem dele há quase 19 anos.

Bom, e além do xixi na casa, tem o cheiro de xixi nele, porque ele não se limpa mais quase nada. E fica com cheiro impregnado. Eu tenho dado muitos banhos, mas pensa um velho ranzinza tomando banho. É desesperador. Então procuro passar paninhos úmidos sempre pra não fazer o véio sofrer. Mas ele odeia também. E berra. Porque ele é assim. Véio, todo ferrado, mas sempre dando ordem.

Por que eu fiz esse texto?

Gente, eu fiz esse texto pra todo mundo pensar bem que ter um gato (ou qualquer bichinho) é tipo ter um filho. Mesmo. E a velhice felina pode ser bastante estressante. Eu já vi muita gente doando ou abandonando os gatos na velhice porque “dá muito trabalho”. Obviamente tenho vontade de pegar pelo pescoço porque olha, se a pessoa não tem amor por um ser que viveu mais de uma dezena de anos ao seu lado, é bom que passe dessa pra melhor de uma vez, viu? Arrombados!

Mas eu tô reclamando? Tô. Um pouquinho só, tá, porque hoje eu tô bem injuriada porque o xixi do Pam impregnou embaixo da minha cama e tá foda meio apodrecendo e não quero falar disso, ahahaha. E enquanto eu faço esse texto, ele quis entrar no meu quarto (tinha jurado há 5 minutos que nunca mais) e ele tá dormindo ali em cima da minha cama e eu tô de oio no pimpoio pra que ele não vá sorrateiramente mijar no pé da cama (sim, ele é um véio safado).

A conclusão é que a velhice felina é cansativa, é foda, mas é uma delícia ter um bebê véio do seu lado, vivendo o máximo que pode porque ama o seu amor. E eu amo o amor dele.

 

 

Oi, gente, venho por meio desta dizer que às vezes volto e que o Pam, o Pâmelo, o Mele está oficialmente com 17 aninhos… Velhinho? Siiiiiiiiim, velhinho, cheio de manias, com algumas dificuldades, mas MUITO MUITO MUITO MUITO AMADO.

Então, como se eu já não me declarasse suficientemente pra ele, resolvi compartilhar com vocês meu amor mais um pouquinho (porque né, às vezes explode e a gente tem que passar adiante pra não ter um treco).

cheirinho mele

Oi, eu sou o Mele e tô ganhando cheirinho

Assim, o Mele, hoje em dia, é grude. Ele não era, agora é. Eu e meu marido trabalhamos em casa, por isso ele pode nos fazer de gato e sapato. Então, ele mia enlouquecido de umas duas em duas horas. Pra quê? Pra colocar uma raçãozinha sachê (bem pouquinho, porque ele come de pouquinho em pouquinho) fresquinha. Ou, simplesmente, pra nada, pra dar uma atenção porque ele fica com tédio.

Tá, daí tem a miação das 16h30, 17h. Essa é mais focada: ele precisa que EU vá deitar um pouco com ele. Como é? Assim. Eu tenho que ir pra minha cama, colocar o edredom em cima das minhas pernas, abrir um pouco as pernas pra ele se encaixar. Daí pronto, ele dorme ronronando. E eu saio de fininho e volto pro escritório. Tipo fazer neném dormir, sabe? É, pois é. Um neném de 17 anos.

Outra coisa. Ele é manco há anos por conta de uma queda do sétimo andar. Ele agora tá meio ceguinho, então se perde às vezes no meio da casa e dá umas cabeçadas. Maaaaaaaaaaaasss, se eu for fazer qualquer coisa na cozinha, ele sai DE ONDE ESTIVER (pode ser de um gostoso sono profundo) e vai correndo atrás de mim. Eu e meu marido o chamamos de stalker nessa hora. E ele, manco, parece que vai trotando, tipo um cavalinho.

Aí, eu abro a geladeira. Ele apenas enfia o fuço dentro pra cheirar o que tem de rango. Quase nunca é coisa para felinos, mas ele precisa ter certeza. Daí lá vai eu cozinhar um peito de frango ou uma carne magra pra dar um pouquinho pra criança. Quando não tem, vai um pouco de iogurte, ervilha, presunto, queijo, o que tiver e ele queira comer. Véio mimado é assim mesmo.

melefuçosujo

Comi iogurte e meu fuço tá sujo

E… se eu tô cozinhando, aí ele fica doido, mesmo sem ter o que ele gosta. Se tem o que ele gosta, tipo CARNE, aí pronto, enlouquece. Aperta meu pé com a patinha, sobe nas minhas pernas, se estica todo e a cauda treme bem doida ahahahaha. CLARO que ele acaba ganhando uma carninha, né? Afinal, era pra ele comer ração renal, mas não tem jeito, então dou o que ele quiser. Viver os últimos anos de boas, né?

melepatinha

Mami, mim dá isso aí que ce tá cozinhando?

Então, a vida do Mele é mais ou menos essa. Mimadinho, gostosinho, cheirosinho e velhinho magricelinho. Sempre com muito amor, muito dengo e, agora, mais do que nunca (como diria Faustão), com MUITO MUITO MUITO MIMO.

Mele, a mami ama mais do mundo!!! Parabéns pelos 17 aninhos!!!

Gente, o Pam, neste mês, está fazendo 16 aninhos. Sei que muita gente já sabe e deu os parabéns lá no Face. E a gente ficou super ultra mega feliz! Como vocês já sabem tuuuuuuuuuudo sobre ele, não vale a pena eu ficar repetindo o quanto ele é lindo maravilhoso gostoso ranzinza laranjão do amor. Então, apenas postarei duas IBAGENS.

melão

Obrigada por me amarem, humanos!

pam

Essa mami minhama tanto…

 

Beju!!!!

E então que se passaram 15 anos de Pam. É agora, em agosto, em algum dia destes, o aniversário do meu bebezão. Isso porque ele chegou a mim no comecinho de outubro de 1998, com aproximadamente 45 dias.

 

Olha só como era pititico o meu lion

Olha só como era pititico o meu lion

E nesses 15 anos que se passaram e eu vivi muita coisa junto ao meu leãozinho. A gente se mudou de apartamento váááárias vezes, porque eu era estudante universitária, morando de aluguel, às vezes com várias pessoas, às vezes com menos. E ele sempre lá, do meu lado, com seu jeitinho ranzizinha, seus ataques às minhas batatas da perna, suas brincadeiras desengonçadas – que, muitas vezes, me tiraram sangue.

A gente morou em Floripa, voltou pra Joinville – onde eu e ele nascemos – e voltamos pra Floripa. Nos últimos 8 anos, ele ganhou um papaizinho, o meu maridinho, e mais um apaixonado. Aliás, o Pam arranja admiradores por todos os lugares que passa – inclusive na internet, né? Aqui tem um pouco da vidinha dele.

15 anos depois, sou essa coisa gigantesca e linda

15 anos depois, sou essa coisa gigantesca e linda

Eu vivo falando dele e vivo mostrando ele pra vocês, aqui e no Facebook. Aliás, aqui eu descrevi várias manias do meu Pâmelo – que, por sinal, continuam AS MESMAS. E quem me conhece, sabe do meu amor gigantesco por ele. E eu só sei que amo cada vez mais, todos os dias, todas as horas. Eu amo o cheirinho dele, a patona de leão, o bafo (de leão também, ehehehe), as mordidas fortes, os miados sofriiiidos de manha e pra pedir carninha, franguinho e peixinho, o jeito dele se grudar na gente pra dormir, o ronco quando dorme, os miados no meio do sono, as poses de rei, o olhar de amor, o ronrom mais gostoso desse mundo, o carinho que a gente recebe dele sempre sempre sempre.

E eu só quero que ele viva mais uns 30 anos ehehehe. Brincs, quero que ele viva o tempo que ele quiser e puder viver, sempre com saúde e amor.

Parabéns, meu leão!!!

Parabéns, meu laranjinha

Parabéns, meu laranjinha

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Gente, resolvi traduzir um texto super legal que li no site Care2, indicado na página do Facebook Eu Amo Gatos. Achei que cês iam gostar muito. Daí, além de traduzir, também associei todos os sinais aos meus gatões, claro, pra me exibir e dizer que meus meles me amam, eheheh. Aí, saiu isso aí embaixo.

Você já se perguntou se seu gatinho realmente te ama?

De mimados a mal humorados, nossos amigos felinos não são fáceis de deduzir. Diferente dos cachorros, que mostram claramente sua afeição por nós, gatos têm maneiras menos óbvias de comunicar o que sentem.

Se você quer descobrir o quanto seu gato gosta de você, observe esses 10 sinais de amor verdadeiro:

1. Cabeçadinhas. Se uma pessoa te dá uma cabeçada, algo bom não deve ser, mas com um gato a história é bem diferente. Receber uma “cabeçadinha” de um gato é um privilégio muito especial. Durante essa troca, seu gato deposita feromônios que representam sentimentos de confiança e segurança que eles têm para com você.
(PINGO E PAM FAZEM ISSO SEMPRE, SEMPRE, SEMPRE. ELES INCLUSIVE PASSAM O DENTINHO CANINO NA NOSSA MÃO. COSAMAISFOFA)

2. Ronrons poderosos. Gatos ronronam por muitas razões, mas há um ronrom mais encorpado que eles guardam exclusivamente para seus amores verdadeiros. Ronronar também diminui o batimento cardíaco do seu gato e o ajuda a relaxar e mostrar sentimentos de contentamento.
(PAM É RONRONENTO. SE A GENTE DÁ CHEIRINHO, É RONROM QUE NÃO ACABA.  QUANDO TÁ DORMINDO COM A GENTE, É RONROM RONROM RONROM. PINGO NÃO É  MUITO DE RONRONAR, A NÃO SER QUANDO ELE TÁ MAMANDO NO EDREDON EM CIMA DA GENTE OU ÀS VEZES DE MANHÃ CEDO QUANDO ELE TÁ COM SAUDADES
DA GENTE – PORQUE A GENTE TAVA DORMINDO)

Prrrrrrrrrrrrrrrrrr

Prrrrrrrrrrrrrrrrrr

3. Mordidinhas de amor. Se o seu gato é um mordiscador crônico, é porque ele sente algo por você. É muito fácil distinguir uma mordidinha de amor e uma mordida felina real. Uma dói e a outra dá cócegas. Essas mordidinhas não são um sinal comum de amor, mas quando um gato as adota, eles estão querendo dizer “você é demais”.
(PINGO É UM MORDISCADOR CRÔNICO. PAM NÃO SABE BRINCAR DE MORDER. MORDE PRA AZUCRINAR MESMO)

4. Espasmos na cauda. Dá pra saber muita coisa observando o rabo de um gato. Assim como a cauda fica eriçada quando eles estão assustados ou agitados, ela vai se movimentar bem na ponta quando eles estiverem felizes. Se você notar isso quando o seu gato chegar perto de você, pode ter certeza que você é o bambambam.
(OS DOIS TÊM DESSES ESPASMOS, MAS O PAM TEM UNS ESPASMOS MUITO DOIDOS QUANDO TÁ PEDINDO ALGUMA COMIDA BOA – CARNE, PRINCIPALMENTE. O RABO DELE SE TREME TODO, É A COISA MAIS DOIDA).

5. Barriguinha pra cima. Quando seu gato se joga no chão e começa a se rolar pra lá e pra cá, ele está querendo atenção. Os gatos só mostram suas barriguinhas voluntariamente a quem eles confiam. Sentir-se seguro significa muito para um gato, e quando eles se esparramam na sua frente, quer dizer que eles estão se sentindo amados e protegidos.
(BOM, OS DOIS CURTEM UMA PANÇA PRA CIMA, MAS O PINGO É O CAMPEÃO DA PANÇA – PRINCIPALMENTE SE FOR NO SOL. E ELE ATÉ DEIXA A GENTE APERTAR)

pouca pança?

pouca pança?

6. Lamber seus cabelos ou orelhas. Não é comum os humanos serem dignos dessas seções especiais de higiene, mas se seu gato escolheu lamber seus cabelos ou orelhas, fique certo que você está incluído no seu círculo. Esse é um dos sinais mais óbvios de amizade e confiança que você pode ter com seu amigo peludo.
(BUÁ, NENHUM DOS MEUS MELES FAZ ISSO)

7. Amassar/afofar. Gatinhos afofam suas mamães pra estimular a produção de leite, e essa é a razão pela qual os experts acreditam que esse comportamento nos gatos adultos seja uma nostalgia da infância, relembrando momentos felizes que eles tiveram quando pequenos. Então, da próxima vez que seu gatinho mover suas patas pra cima e pra baixo em você, lembre-se de que eles não estão só querendo te deixar confortável pra uma soneca, mas estão expressando sua adoração por você.
(AMBOS SÃO AFOFADORES, MAS O PINGO GANHA DISPARADO, AFOFANDO A MIM E AO MEU MARIDO POR HOOOOORAS TODAS AS NOITES)

8. Piscar lento de olhos. Dizem que os gatos beijam com os olhos, então não espere compartilhar esse sinal de afeição com qualquer gato. Os gatos guardam o contato com os olhos apenas pra quem conhecem e confiam. Se esse contato é acompanhado de um piscar de olhos bem devagarinho, você acaba de ganhar um beijinho de gato. Retorne o amor fazendo o mesmo.
(OS DOIS DÃO PISCADELAS PRA GENTE. COSTUMO DEVOLVER COM UM BEIJINHO NO AR OU UMA PISCADELA TAMBÉM. GERALMENTE GANHO MAIS PISCADELAS EM RETORNO E ASSIM SUCESSIVAMENTE)

momento piscadelinha

momento piscadelinha

9. Hora da soneca. Os gatos escolhem locais quentinhos e seguros pra dormir, então se o seu peludinho decide dormir ao seu lado, ou, ainda melhor, no seu colo, você deve se sentir especialmente honrado. Os gatos são bastante vulneráveis quando estão dormindo e não há maior cumplicidade do que quando eles te escolhem como seu local de soninho.
(OS DOIS DORMEM GRUDADINHOS NA GENTE. O PINGO, INCLUSIVE, NO COLO, EM CIMA DAS SUAS COSTAS, DO SEU PEITO…)

tô confortável?

tô confortável?

10. Presentes. Não há como negar que uma coisinha morta não esteja no topo das suas preferências, mas um gatinho que te presenteia com algo assim merece ser reverenciado. Apesar da domesticação, gatos ainda têm instinto de caça e dividir seus prêmios com você é um sinal de amizade verdadeira.
(BOM, MORO EM APARTAMENTO E OS INSETOS QUE EXISTEM AQUI SÃO MINÚSCULOS. ELES COSTUMAM COMER ANTES DE DIVIDIR, EHEH)

Se você é um afortunado de dividir a vida com um gato, vai entender que eles estão conscientemente conectados conosco. Fazendo a higiene, ronronando ou afofando, os gatos são amáveis e afetuosos e formam laços muito especiais com seus humanos preferidos.

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Hoje foi um dia de chuva e leve friozinho, dia de acordar com gatos, dia de gatos roçando nos pés, dia de gatos manhosos, querendo carinho, dando carinho, ronronando e se aconchegando. Dia de trabalhar com gato no colo, gato no pé, gato ao redor, gato chamando pras cobertas.

Um dia delícia de tomar um café e sorrir para o seus bebês, de sentir focinhos geladinhos acarinhando nossas mãos, de ver seus amorinhos grudadinhos aninhados em amor.

Dia de esperar cair o dia pra deitar com seus peludinhos, fazer carinho nas almofadinhas e vê-los afofar suas cobertas. Pra noite chegar bem gostosinha e a gente dormir bem coladinho, todo mundo, um aconchegado no outro, focinhos, patinhas, bigodes, orelhinhas. Zzzzzzzz. Boa noite.

Amor, amor e mais amor

Amor, amor e mais amor

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tamos na nossa cama nanando na nossa casa

Quem lê este blog já sabe faz tempo do meu amor pelo Pam, ou Pâmelo, ou Mele, ou Coico ou vários outros nomes pelo qual uma mãe e um pai babões chamam suas crias. E também já estão cientes de que o Pingo, nosso novo bebê, conquistou nossos corações desde o primeiro momento em que chegou aqui em casa. Mas talvez vocês não entendam muito bem o porquê desse amor todo e é por isso que eu estou fazendo este post – mentira, é só porque eu amo muito mais do mundo e amo muito escrever sobre o meu amor por eles.

Sim, eu sou um pouco “gentofóbica”, tenho medo de gente, pé atrás, não costumo confiar, me irrito facilmente, sou matuta e cada vez mais caseira. (Tinha escrito aqui um monte de bobagens sobre porque eu sou tão “gentofóbica”, mas, enfim, deletei, porque, afinal, não vem ao caso). O fato é que eu e o marido amamos ficar em casa, fazer comidinha, assistir quinhentas mil séries, tomar vinho etc. etc. etc. E a gente sabe que os gatos são assim também, né, tirando o vinho e etc.

O Pam já tem os seus quase 13 anos – que completa em agosto – e, por isso, ele é mais paradão e dorme muuuuuuuuuito. Ele também não é lá muito simpático com as visitas, até fica junto e tal, mas não dá muita bola. E isso não porque ele é velho, mas por conta da personalidade mesmo. O Pam, quando alguém vai pra cozinha, corre que nem um morto de fome, daqueles filhos que ficam olhando os outros comendo e quase mata a mãe de vergonha, sabe? Pois é, ele é bem desse tipo, quando a gente tá comendo, a mesma coisa, ficamos até constrangidos com aqueles dois bugalhões de olho nos fitando a refeição toda.

O que mais impressiona é que o figura nem gosta da maioria das coisas que a gente come, ele só quer ter certeza que não tem nada que o interesse naquele prato, naquela panela, naquela tábua. E não sossega enquanto a gente não jogar a comida no chão e ele perceber que “blé, era isso?”.

Ele também não curte muito a ração normal. Eu sempre compro o bla bla bla whiskas sachê e mais uma comidinha meio nuggets que vem numa latinha e é só a gente encostar sem querer na embalagem dessas guloseimas que o doidão vem trotando de onde ele estiver (trotando mesmo, já que ele é manquinho de uma pata).

O Pingo, ou Pinguéculo, ou Pli, ou Melinho, ou várias outras atribuições é bem mais ativo, claro, devido aos seus 7 meses de idade. Mas ele é um ativo bem maluco, com atividades bem bizarras permeadas por uns barulhinhos tipo priiiiiiiiii, pruuuuuuuuuu, miiiiiiiiii que, tá, não é bem isso mais é mais ou menos isso. Daí o Pingo não pode ver as torneiras dos banheiros abertas que surge com um desses barulhinhos e se joga e ai se a gente não deixar ele tomar água e molhar a cabeça até criar um moicano bem molhado no topo.

Daí que ele atazana um monte a vida do Pam porque “ué, mano, por que tu fica tão cansado? Vamo brincar, vamo!”. É, ele não entende. E o Pam fica muito puto às vezes e faz aquele barulho fuuuuuuu que dá muito medo na gente, mas não no Pingo. O Pingo às vezes fica de castigo por isso, mas às vezes a gente deixa, enquanto percebemos que o Pam está se divertindo.

O Pingo também tomou conta do arranhador do Pam, ele acha que é dele e só dele, mesmo a gente explicando “Pingo, o arranhador era só do Pam, você pegou o bonde andando, filho”. Mas não, cabeça de gato não funciona assim e então ele vê o Pam no arranhador e vai lá arranhar também, tipo “Fica ligado, mano, eu até deixo tu arranhar às vezes, mas a parada é minha”.

De vez em quando, a gente pega os dois dormindo um do ladinho do outro, ou passeando pela casa um atrás do outro, tipo amiguinhos, sabe? Acho, na verdade, que o dia que o Pingo ficar mais adulto e a doidera dele passar um pouco, a convivência entre os dois vai ficar ainda melhor.

E eu e o marido ficamos aqui, morando de favor. Quer dizer, a gente paga um preço por morar aqui, a gente lava tudo pra eles, limpa as coisas deles, compra comida pra eles, dá carinho pra eles. E olha, às vezes eles deixam até a gente dormir na cama. Queridos, né?

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Vamos então ao post mais esperado dos últimos dias: a atualização da vida felina aqui de casa! Eu não preciso falar muita coisa, além de mostrar algumas fotos pra vocês verem como o Pingo, com seus 5 meses, está enorme já. E como ele está folgado e lindo e gostoso e querido e ronronento e bagunceiro e bla bla bla mãe coruja. E como o Pam continua gostoso e grande e fofucho e apertável e preguiçoso e dorminhoco e meuamordavida.

Vejam com seus próprios olhos de gateiros:

Estava o Pingo brincando com uma meia quando, do nada, bateu um soninho...

O primeiro Carnaval a gente nunca esquece...

Acho que ele já tomou conta do espaço, né?

Mostrando a língua pra vocês

E o que dizer do vovozinho aqui de casa? Não é a coisa mais fofa??

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Pingo e Pam estão bem grudadinhos… Amor em dose dupla!

Love ²

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Gente, eu tô a coisa mais feliz da vida (eu e o maridão, aliás) porque o Pingo (ex-Tarantino) acabou sendo doado pra gente, como presentinho de Natal. Então, agora somos oficialmente uma família de duas pessoas e dois gatos, um de 12 anos e outro de 2 mesinhos. O Pingo já tomou a primeira dose de vacina e berrou um monte, mas a vet disse que tá tudo bem com ele, fora uma pancinha, mas ele também já está sendo desverminado (ou desvermifugado?). Bom, o que importa é que estamos todos muito felizes, o Pam ainda com algum estranhamento, mas nada de super preocupante. Happy, sha-la-la-la!

tomei vacina e fiquei com um sooooooooooono

e aí aproveitaram pra me levar também e me deixar peladão pro verão

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