gatos idosos

You are currently browsing articles tagged gatos idosos.

Lembra que uma vez eu tava fazendo vários perfis de gatinhos idosos e seus donos? Então, faz tempo, né? Só pra relembrar, tem o perfil da Claudia e do Cookie, o da Laís e da Pink e o da Adriana e da Lú. Daí que agora vai ter o da Cris e da Peti, mas talvez a Cris me mate  porque acabo de ver que ela me enviou as respostas sobre a sua idosinha APENAS em agosto do ano passado. E eu APENAS até agora não escrevi o texto.

É… meu gato interior, aquele ser preguiçoooooooooso, tem me dominado.

Mas, enfim, vamos falar da Peti, a bebezinha velhinha de 15 anos da Cris, lá de Niterói, RJ. A Cris disse que comprou a Peti, mas que se fosse hoje, adotaria um gato e não compraria. “Cheguei no petshop e vi uma gaiolinha cheia de gatinhas sialatas. Todas fazendo a maior bagunça. A Peti era a que estava no cantinho da gaiola olhando fixamente pra mim. Então, foi a minha escolha (ou será que ela me escolheu?)”. Olha, Cris, acho que a segunda opção é a correta, até porque a gente sabe que não dá pra resistir a esse olhar fixo e pedinte desses nossos babies, né?

A personalidade da Peti? Aquela coisa felina emburradinha mais linda, tipo meu Pam. “Ela só faz o que quer. Só fica no colo quando quer. Se pegá-la à força, ela vai embora emburrada. Se encontra alguém estranho, ela rosna. Não é nem um pouco simpática. Sempre foi assim”. Tem gato que já nasce com personalidade de velhinho, né?

Problemas de saúde? Quase nada. A Cris disse que logo quando trouxe a Peti pra casa da petshop, ela começou a espirrar e ficar com o nariz escorrendo, como se fosse um resfriado. O veterinário diagnosticou como rinotraqueíte, ela foi tratada e ficou novinha em folha. “Pulga ela teve uma vez na vida, quando o vizinho arranjou um cachorro. Deve ter pego no corredor do prédio, numa de suas rondas”.

A Cris não tem cuidados super especiais com ela, além de dar ração de boa qualidade. Ela também é viciadinha em sachê. “Ficou de uns tempos pra cá completamente viciada em sachês de ração. Não pode ver ninguém abrindo a geladeira que já acha que vai ganhar uma porção”. Conheço um laranjão peludo I.GUAL.ZI.NHO.

Se a Cris ama a Peti? Deixa ela responder: “A Peti foi a minha primeira ‘filha’. Hoje tenho dois filhos humanos e a filha felina. Ensino meus filhos a amarem os animais e a Peti é a alegria da casa. Amo demais essa gatinha! É a minha companheirinha, pois sente muito frio e sempre vem se aconchegar nas minhas pernas quando estou enrolada no edredom”.

Alguém aí se identifica?

 

Como que não ama esse zoião azul???

Como que não ama esse zoião azul???

 

A Cris quase não ama...

A Cris quase não ama…

Tags: , , ,

Eu demoro, mas não ignoro (dãr). Então, depois de meeeeeses que a Adriana me mandou a história da sua idosinha, aí vou eu contá-la.

Bom, a gata da Adriana, lá de Manaus, se chama Lú, e ela tem 15 anos. A Adriana pegou a Lú bem filhotinha, de uma conhecida da sua mãe que estava doando filhotinhos da sua gata. Eu perguntei pra Adriana se a Lú mudou com a idade, e ela disse que sim, que ela era muito tranquila, na dela, e não curtia visitas. Mas que recentemente está mais carente, querendo mais colo e, claro dormindo mais. Mas, mesmo assim, ela garante que a Lú ainda brinca e corre.

Acho que tem um probleminha que é recorrente em gatos idosos, pelo que eu percebo conversando com donos deles: a falta de apetite ou a “frescura” pra comer. Ou seja, eles escolhem determinados alimentos e só querem comer aquilo, e mesmo com fome, não comem outra coisa por nada. A Adriana disse que foi assim também com a Lú, que ela precisava comer ração terapêutica por conta de ureia e creatinina altas (que já foram revertidas), e que no início ela até comeu, mas depois parou e perdeu muito peso. Assim, a Adriana teve que ir atrás de outra ração, que não fizesse com que os problemas voltassem, mas que também fosse apetitosa pra Lú. E ela encontrou uma para gatos com mais de 12 anos – eu já tentei váááárias e o Pam não come de jeito nenhum. Aliás, agora ele tá numas de só comer ração pastosa. Posso??

Agora, vamos falar de amor? Essa parte eu deixo pra Adriana: “Somos muito ligadas. Não a chamaria de filha, pois somos mais que isso. Ela é minha companheira, que esteve ao meu lado em momentos muito difíceis. Era dela e dos meus outros gatos que tinha conforto emocional. Temos uma linda história juntas. E ela estava lá nos grandes marcos da minha vida”. Precisa dizer mais?

A Adriana e a Lú. Eu achei elas parecidas, não são?

A Adriana e a Lú. Eu achei elas parecidas, não são?

Lú debutando, eheheh

Lú debutando, eheheh

A Lú num momento relax

A Lú num momento relax

 

 

Tags: ,

Bom, gente, eu perguntei no facebook sobre pessoas que têm gatos velhinhos em casa pra eu poder fazer um textinho porque eu acho o máximo e já me apaixono loucamente por essas pessoas. Acho sinônimo de amor, carinho, cuidado. Aí, algumas pessoas me responderam. E aí que eu resolvi que não ia mais fazer um textinho, mas sim, vários textinhos. Porque cada história tem que ser contada com todos os detalhes que elas merecem. Então, em vez de fazer um textão looooooooongo, eu vou fazer vários, cada um com um pefil de um véinho. Tá? Tá.

Então tá. O primeiro vai ser o da Claudia Montanaro, lá de São Paulo. Ela tem o Cookie, um gatão de 12 anos (11 anos e 10 meses a Claudia disse, mas, né, arredondemos). O Cookie chegou pra ela num momento bem difícil da vida, logo após a morte do seu pai. Ela disse que o irmão dela e a cunhada foram morar com ela e a mãe pra ajudar nesse momento e levaram junto uma gatinha, que teve quatro filhotinhos: dois foram doados e dois ficaram com eles. Um é o Cookie, e o outro, o irmãozinho, faleceu ano passado…

E olha só que veio mais uma tristeza nesse percurso. O Cookie ficou sendo da cunhada dela. Ela, porém, também faleceu e jovem, de câncer… “Ela pediu que eu cuidasse do Cookie por toda a vida dele. Pensa! Perdi meu pai e minha cunhadinha em 2 anos, mas ficou o Cookie, igualzinho um gato que meu pai teve; ele era maluco por animais”.

Então, o Cookie deu aquela força felina pra Claudia num momento que ela super precisava. E a gente sabe que eles ajudam mesmo, né? Brincando, dando carinho, ou apenas sendo eles – que já é super amor. “Fui ficando doida de amores por Cookie, um gatinho muito peralta. Hoje, é um senhor muito meigo, brincalhão e amoroso. Os gatos mudam muito com a idade, mas a essência é a mesma”, ela diz. É verdade.

Gatão o Cookie, né?

Gatão o Cookie, né?

Eis que o senhor Cookie ficou doente no ano passado e foi praticamente desenganado por conta de uma pancreatite aguda severa. Nesse período, a Claudia descobriu um “enviado de Deus”, como ela mesmo descreve, o especialista em medicina felina Dr. Alexandre Daniel. “Ele salvou meu filho, minha vida, minha razão de viver”. Óin. Quanto amor.

A Claudia diz que o Cookie é enviado pelo pai dela, porque é seu guardião e anjo da guarda, além de ser uma cópia do gato que o pai dela amava. “Ele me mandou Cookie para que eu pudesse suportar a ausência dele, para que eu ficasse protegida. Cookie é minha paz de todos os dias, meu encontro com Deus, luz do meu caminho, alegria sem fim”.

Agora, o Cookie faz visitas periódicas ao veterinário para controlar uma insuficiência renal estabilizada, come ração especial e recebe muito amor. “Deixo de fazer muitas coisas só pra estar com ele. Amo seu respirinho motorzinho, o cheirinho do pelinho fofo”.

Claudia, que você viva mais muitos ótimos momentos com seu velhinho lindo!! Aliás, um jovem senhor, digamos assim.

A Claudia e seu amorzão

A Claudia e seu amorzão

Update: Em 12 de dezembro de 2013, aos 12 anos, o Cookie virou uma estrelinha linda protegendo a sua mami…

Tags: ,